30/07/2015

O nosso vazio

Fonte: Google Imagens
Eu estava conversando com uns amigos e te vi passar lá do outro lado da rua, fiquei te olhado, mas logo voltei a conversar. Eu estava cheia de mim, mas sentia falta de alguém, alguém que me desse a mão pra andar na rua e me chamasse pra faze qualquer coisa no final de semana. Eu senti falta de uma ligação antes de dormir, eu senti falta de sair de casa e quando voltasse tivesse uma mensagem perguntando se eu havia chegado bem. Eu senti muito a falta da alegria compartilhada, não que a minha não fosse, eu era cheia de mim e de pessoas a minha volta, mas senti falta de alguém que fosse me aquecer no frio e tomar sorvete no calor. Eu senti falta de alguém.

O meu vazio se deparou com o seu...

Eu nunca imaginei que nos cruzaríamos dias depois, só sei que dessa vez não te deixaria passar e de amigos de amigos acabamos conversando. Descobri que como eu, era cheio de si, mas vazio de alguém, foram alguns dias para que o seu sorriso convidasse o meu a sair. Levou certo tempo para que o meu vazio encontrasse o seu e assim nós dois nos sentíssemos completos. Eu me transbordo de amor, parte dele é totalmente dedicada a você que afina a voz quando eu peço chamego, parte dele é dedicada a você que se oferece pra me ajudar toda vez que eu finjo saber fazer alguma coisa.

Depois de tantos nós, enfim nós dois.

Foram tantos nós que eu tive que guardar na garganta, foram tantos nós que deixaram por aqui, até eu encontrar você e aprender a fazer um laço, porque você é definitivamente um presente, no meu presente e se continuarmos assim no meu futuro também. Parece que de todos os erros que eu já cometi e de todas as mágoas que eu vivi, você chegou na hora certa, como se estivesse esperado eu passar por todo a quele perrengue pra saber o jeito certo de amar você.

Não existe exatamente um jeito certo...

Existe amor, existe alguém disposto a fazer durar, existe alguém disposto a te chamar pra viajar, te colocar pra dormir, te tirar o sono. Eu demorei um tempo pra acreditar nisso, ainda é difícil de acreditar, mas levou um tempo pra acreditar que depois de tanto tapa na cara existiria alguém pra apertar a minha bochecha e dizer que eu sou a pessoa mais fofa do mundo, mesmo eu sabendo que não sou. O meu vazio encontrou o seu e eu não poderia estar mais completa do que agora.

P.S.: Esse texto é de total responsabilidade da autora. Para ler mais textos como esse, acesse o blog Cordiforme-se.

29/05/2015

Gosto dos teus detalhes

Fonte: Google Imagens
Eu gosto da maneira como você puxa as cobertas pra cobrir meus pés e pergunta se eu to com frio nas mãos enquanto a chuva cai na janela do nosso quarto. Eu gosto da maneira como você cheira meu pescoço, beija a minha bochecha dizendo que sou cheirosa e gosta de quando eu deixo o meu cheiro na coberta. Eu gosto da maneira como sua sobrancelha levanta quando você pergunta se eu quero o chocolate quente que você fez e eu respondo que prefiro um café, me esquecendo que você não sabe fazer. Eu gosto da maneira como o seu braço me esmaga quando eu digo que eu não estou bem e você em aperta, fazendo com que eu sinta que tenho um porto seguro.

Eu gosto de te ver perder a paciência e desligar o telefone porque já é a terceira vez que eu to te ligando pra saber se chegou bem em casa, eu gosto porque você sempre me liga de volta com a voz mansa perguntado se eu quero dormir ouvindo tua voz. Eu gosto de quando você me abraça por trás e começa a cantar baixinho o refrão de alguma música que você quer dedicar pra mim, mas é só o refrão porque você nunca lembra a música inteira. Eu gosto do furinho que aparece quando você ri, dá um gosto de te fazer sorrir todo dia.

Eu gosto da maneira que você me olha depois que eu te mostro um poema que eu fiz, porque lembrei de você. Eu adoro quando estamos conversando por mensagem, eu digo que estou doente e em menos de meia hora você está batendo na minha porta e deita na minha cama dizendo que não existe melhor remédio que um colo e um cafuné gostoso. Eu gosto de quando você tenta colocar meu colar em mim, mas quase nunca consegue porque não tem unha.

Eu gosto de quando passa as mãos pelas minhas curvas parecendo conhecer cada centímetro do meu corpo. Eu gosto do cuidado que tens até mesmo quando eu peço pra ser bruto. Eu gosto de quando acordo e você está deitado com metade no corpo na cama e um braço e um pé no chão, porque eu sou espaçosa demais pra uma cama de casal só. Eu gosto dos teus detalhes e de saber que você sempre me surpreende, eu gosto de te conhecer cada dia um pouco mais, quem sabe nossa história não rende um livro?

P.S.: Esse texto é de total responsabilidade da autora. Para ler mais textos como esse, acesse o blog Cordiforme-se.


15/05/2015

Elas se amam

Fonte: Google Imagens
Dia desses eu vi um casal gay de mãos dadas, só isso, as mãos dadas e os olhos brilhando. Eu adoro quando sinto que o amor ainda existe e faz as pessoas sorrirem com os olhos, eu gosto disso, mas algumas pessoas passaram com o olhar de reprovação, enquanto eles não se importavam com nada eu me incomodei e se pudesse faria uma barreira contra todos aqueles olhares de reprovação, mas eu não tenho esse poder. Sou hétero, nunca beijei e nem senti atração por outra mulher, mas sou uma das pessoas mais sentimentais que você poderá conhecer. Isso dificilmente terá fim e eu não quero travar uma discussão sobre o assunto, longe disso. Vim aqui, porque alguns casais me inspiraram. 

Ela nunca teve um sorriso no rosto como o que tem hoje, o amor dos pais sempre foi o suficiente, mas ela conheceu alguém. Ela conheceu outra garota que sorri pra ela como se não houvesse amanhã, porque ninguém sabe se haverá mesmo ou não, já dizia Renato Russo. Ela usava vestido e a sua namorada também, mas isso nunca foi um problema para elas. Ela levava flores e recebia o abraço mais apertado do mundo em troca. 

Ela costumava passar os domingos sozinha, vez ou outra saia com os amigos, mas seus finais de semana nunca foram tão felizes como são agora. Elas reúnem a família, mesa cheia, sorrisos à mesa e uma pitada de amor. Vez ou outra elas param pra assistir um filme juntas, porque não tem nada melhor do que o abraço quente de que você ama. 

Elas já gritaram uma com a outra, porque o amor é isso, é colocar os defeitos pra se debaterem até que ele virem amigos. Elas se encontraram depois de muitas decepções e aprendizados, elas finalmente podiam se amar. Elas tentavam todo dia fazer o amor crescer e conseguiam. Ela me disse que não poderia mudar, não queria e eu? Eu sorri, porque seria madrinha de um casamento pela primeira vez. O papel não as aceitou, mas o amor sim e não existe nada mais forte que isso. 

Ela me disse que o preconceito que tem que conviver é como se fosse uma facada em seu peito, mas quando chega em casa e vê aquele sorriso tudo é curado. Ela me disse que os corações frios são pequenos diante de como o amor que ela sente é capaz de aquecê-la. 

Elas se amam e eu não vou deixar que qualquer um acabe com isso. Eu me permiti senti amor, porque não encontro nada de errado no que elas fazem, eu me permiti olhar as duas com amor e carinho. Eu me permiti, porque eu não queria mais ouvir tantas criticas contra pessoas que não estavam fazendo nada além de se amar. Eu me permiti abrir a boca quando ver alguma cena de preconceito e eu não poderia mudar nem se eu tentasse.

01/05/2015

Eu espero que você esteja feliz

Fonte: Google Imagens


Eu espero que você esteja feliz, diferente de quando esperou eu dormir e foi chorar baixinho na sala, talvez eu tivesse esquecido de alguma coisa, sou um pouco desajeitado mesmo. Acabei esquecendo de te ligar depois de um tempo sem te ver. Eu espero que você esteja feliz, porque da última vez que você saiu daqui foi chorando e como quem nunca mais iria voltar. Você não voltou. 

Eu espero que você esteja feliz, porque o último café que você fez aqui em casa, estava sem açúcar, não sei se foi porque você estava distraída ou se estava amarga demais pra sentir a diferença. Eu espero que esteja feliz, porque eu não fui capaz de fazer isso por você, como fez por mim. Eu queria escrever um daqueles textos onde pediria para o seu novo namorado cuidar de você e falaria de todas as coisas que você gosta, mas não tem como isso acontecer, porque eu não parei pra prestar atenção em você, eu não te dei colo, porque o seu estava bom demais pra eu perceber que você precisava de um também.

Você tentava me agradar o tempo todo e tudo estava bom demais para parecer que não estava bom pra você. Eu espero que você esteja feliz sem a blusa que deixou aqui em casa e todos os filmes que trouxe pra podermos assistir, estão todos aqui em uma caixa com o seu nome do lado de fora, eu deixo ela no canto do meu quarto, porque se um dia conhecer alguma outra pessoa que tenha paciência comigo, vou precisar de algo pra lembrar do quão idiota fui. 

Eu espero que você esteja feliz, porque eu não fui bom o suficiente de te olhar e dizer que não te amava de verdade e sim gostava da sua presença, fui covarde em não te olhar e dizer que o problema de fato não era você, não me julgue por ser clichê, o problema sou e fui eu, mas o que dizer? 

Apenas admitir que fui imaturo o suficiente e só você sabe disso, porque a sua família ainda acredita que eu era o cara perfeito pra você. Eu atravessaria a cidade agora só pra me desculpar, mas você não merece aceitar tudo o que eu fiz, mas eu espero que você seja feliz e não posso mais aparecer.

P.S.: Esse texto é de total responsabilidade da autora. Para ler mais textos como esse, acesse o blog Cordiforme-se.


15/04/2015

O seu café



Você costumava acordar coçando o olho e dizendo que queria dormir mais um pouco, mas eu dizia que o café estava pronto e você sorria respondendo que sentiu o cheiro do quarto. Não sei se foi porque você largou a nicotina ou de uns tempos pra cá insistiu nessa de ser poeta, mas ultimamente só o café te abastece e eu gosto, porque você é diferente de alguns caras que conheço, eles jamais sentariam na mesa enquanto faço café e escreveriam um verso pra mim de repente como você fazia.

Você costumava dizer que seu café não poderia ser amargo, nem doce demais, mas eu nunca conseguia fazer isso, um dia estava doce e no outro amargo, um dia estava forte e em outro estava fraco. Você dizia que o sabor do meu café era o reflexo de como eu havia acordado, eu poderia ficar mais tempo na cama ou ir trabalhar sem fazer nada, mas eu gostava de fazer o seu bendito café, porque você passava a tarde toda escrevendo com a xícara de canto e entre um gole e outro me olhava sorrindo.

Ultimamente faço o seu café pra mim, sou eu que faço, sou eu que bebo, mas ele continua sendo seu, porque de todas as maneiras que a vida poderia te tirar de mim ela decidiu tirar através do câncer de pulmão e sua tentativa de largar a nicotina não ajudou, porque já tinha se espalhado amor por todo o seu corpo. Deve doer perder um parente para uma doença, mas eu perdi você antes de começarmos uma família. 

Agora quem escreve sou eu, hoje cedo fiz o café que gosta, mas sem perceber coloquei duas xícaras na mesa. Era só eu. Me lembro que disse para não criar nenhum bloqueio emocional como os seus bloqueios criativos, porque eu era uma mulher incrível e que encontraria alguém compatível.

Ainda não sei como as pessoas superam essas perdas, mas foi como se tirassem uma parte de mim. Foi como se tirassem uma parte de mim, mas não tiraram, porque as coisas que me ensinou ao longo dos dias que passamos juntos serão impossíveis de apagar e todos os nossos momentos estão salvos como em uma fotografia em um álbum que só eu posso ver.

Foi como se tirassem uma parte de mim, ma não tiraram porque embora a vida tenha te levado eu ainda sinto o amor de quando você estava vivo.

P.S.: Esse texto é de total responsabilidade da autora. Para ler mais textos como esse, acesse o blog Cordiforme-se.


18/03/2015

Sim, é amor

Mais um dia cansativo e tudo o que eu quero é chegar em casa e me deitar, mas eu chego e você já está lá, me esperando, me recebe com um abraço e diz "Eu te amo tanto", pergunta se estou cansada, me chama pra deitar e faz uma massagem nas minhas costas que doem apesar da minha bolsa ser de ombro; deve ser o peso do dia a dia, mas com você a dor alivia. Sem você perceber eu já estava dormindo e te deixei falando sozinho sobre nossos planos de domingo. 

Acordo e ainda está começando a anoitecer, sinto um beijo na testa e você me pergunta se eu dormi bem, não sei se é pelo fato de o trabalho me engolir e a gente quase não se ver direito durante a semana, mas é uma delícia quando você vem e me ama. Bagunça a cama, uma quinta-feira com cara de sexta, isso quem diz são os lençóis bagunçados com as nossas roupas do lado e um pouco de pipoca que eu deixei cair lá perto do armário, mas a paz é tanta que poderia ser só quinta, sem essa ideia de "feira". 

Me lembro de quando te pedia pra me falar mais sobre seu dia, porque você costumava ser tão quieto e eu acreditava que pelas nossas diferenças nosso amor nunca daria certo, mas você chega e com calma me explica como é que funciona o futebol americano e eu que já fiz o plano e contra plano esqueço a lista de afazeres do dia e esqueço meu corpo no seu na cama a tarde inteira e escuto você me falar da sua tia e que preciso conhecer a sua família. 

Precisava entender que essa mania de idealizar nunca iria trazer a tal peça pra completar o meu quebra-cabeça, melhor do que isso, quando parei com essa mania boba apareceu você que me embaralhou mais e mais. Me irritando só pra depois me dar amor e dizer que fico engraçada quando estou brava. Apareceu você, que depois da briga diz que respeita a minha opinião, mas que não é hora de dar sermão, só de dar um abraço e tentar deixar o coração calado, ele só precisa ser confortado de que sim, é amor. 

Sim: é amor. E eu tiro a roupa sem pudor, não existe vergonha. Sim, é amor capaz de suportar sua voz desafinada cantando pra mim depois de uma discussão boba. Sim: é amor capaz de suportar qualquer olhar torto. 

Depois de um dia louco me entrego e sou refém do seu peito, onde me deito e sempre me esqueço do peso do dia, porque aquela sua massagem seguida de um beijo é como se fosse a vida sussurrando bem baixinho no meu ouvido "Olha aí o que te dei, sorria".

P.S.: Esse texto é de total responsabilidade da autora. Para ler mais textos como esse, acesse o blog Cordiforme-se.



27/02/2015

O nosso tempo

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Leia este texto ouvindo: A Higher Place - Adam Levine / Fonte: Favim
Costumo dizer que odeio tempo, odeio ainda mais a divisão dele, ter hora pra chegar, pra voltar, virar página virada e ocupar espaço no passado de alguém. Sim, eu costumo odiar a divisão de tempo, mas adoro ser o seu passado quando você me liga e diz que não para de pensar na noite passada e sobre como a minha risada foi exagerada e todos ficaram me olhando. Eu adoro ser o seu futuro quando estamos deitados e você traceja um mapa com os dedos pelas minhas costas dizendo que nossa primeira parada vai ser na Nova Zelândia, porque você quer fugir de lugares clichês. Eu adoro ser o seu agora quando você solta um sorriso e outro no meio do beijo. 

Ter que reservar um dia no calendário pra ir ao médico, uma reunião, uma festa ou ficar na lista de espera de um amigos porque ele anda muito compromissado sempre foi de muito incomodo, mas você vem e me faz riscar um dia no calendário todo ano porque foi naquele dia com uma coisa pouca em que esbarrei em você. Agora meu calendário tem o dia do seu aniversário, o dia que você quer me levar pra viajar, tem tudo.

Músicas boas costumam ser curtas, às vezes não, mas eu odeio o fato da "nossa" música ter só três minutos, tenho que colocar ela pra repetir no automático porque eu nunca vi nada tão parecido à nós como essa música. Talvez eu não devesse me preocupar tanto em "odiar" o tempo, sentir falta é bom, assim tenho desculpa pra te abraçar apertado e não soltar, fazer parte de seus planos futuros pode se bom, assim tenho a certeza de que quando formos morar juntos terá um armário só de chocolate para quando eu estiver na TPM.

Eu ainda não sei quando você vai virar o meu "passado" e é por isso que eu prefiro parar de escrever por aqui, não quero pensar nessa possibilidade agora, só quero você, ninguém me faz sorrir desse jeito, é a paz, poderia virar um monge, mas ainda não, é mais do que um frio na barriga, mais do que um relógio, um calendário, mais que um sorriso e um abraço, é tudo isso junto, é amor.

P.S.: Esse texto é de total responsabilidade da autora. Para ler mais textos como esse, acesse o blog Cordiforme-se.

18/02/2015

Boas vindas à "Equipe Opinada"

Já faz algum tempo que eu queria expandir os horizontes do blog, e um dos meus objetivos era trazer novos assuntos para vocês. Por isso, abri inscrições para colaboradores lá na página do Facebook (se você ainda não curte, clique aqui!). Depois de muito esforço acabei escolhendo 4 meninas maravilhosas que vão falar de assuntos variados por aqui. Vamos às apresentações?

Thais Veríssimo, 18, paulista. Exposição, comida japonesa, música e cinema? Pode me chamar, eu vou. Sou apaixonada por tudo que envolve arte, mas não sei desenhar, nem cantar, mas adoro criar. Chorona demais, mas toda forma de amor se encontra aqui. Estudante de Publicidade e Propaganda e amante da escrita, prazer, Thais. Coluna: Comportamento/Textos.

Grasi Matsumoto, 15, paulista. Prazer, meu nome é Grasieli, tenho 15 anos, sou libriana até o último fio de cabelo. Moro no interior de São Paulo, Garça. Estou no 2º ano do Ensino Médio. Desastre em pessoa. Vivo sempre no mundo da lua. Apaixonada por livros, filmes, blog e moda. Coluna: Inspirações.

Mariana Oliveira, 16, gaúcha. Sou a Mariana, tenho 16 anos e estudo Informática. Amo gatinhos, sushi, inverno e ler. Por isso mesmo, vou falar de um dos meus assuntos preferidos: livros. No futuro pretendo ser a mãe orgulhosa de 25 gatinhos (e talvez uma psicóloga). Espero que gostem! Coluna: Livros.


Stephanie Bertram, 24, paulista. Procrastinadora por natureza, apaixonada pelas palavras e usa a música como combustível para viver. Estuda Publicidade mas dificilmente se vê como publicitária. Quer influenciar pessoas através do que (acha que) faz de melhor: escrever. E se com isso, vier o que chamam de sucesso, tá bom também. Coluna: Filmes/Séries.

Bom pessoal, essa foi uma breve apresentação das novas colaboradoras! Desejo boas-vindas e boa sorte a todas elas! 
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